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Jan 27

Moptop, Moptop: Melhor CD de todos os tempos da última semana

Posted on Tuesday, January 27, 2009 in Pessoal

(moptop) [bb] Moptop é o álbum inaugural da banda de mesmo nome. O som é de rock britânico, que me agrada bastante, parecido com The Strockes.  Até a faixa 7, Sempre igual, o som é mais animado, bom para ligar o mp3 player e aumentar o volume . Nas próximas cinco faixas, o ritmo diminui um pouco e o som fica bastante agradável.

Quando a banda ainda era independente, até assinar com a Universal, o álbum fora disponibilizado para download em seu site moptop.com.br. Hoje é possível apenas escutá-las online na rádio do site. Site arretado, por sinal, um dos melhores e mais completos que já vi para uma banda.

Top 3

Listar o top 3 é complicado pois o álbum inteiro é excelente, mas minhas prediletas são Paris, Ninguém pra te esquecer e O rock acabou. Vale mencionar Sempre igual, Bem melhor e Uma chance.

Faixas

  1. Uma Chance
  2. Paris
  3. O Rock Acabou
  4. Ninguem Pra te Esquecer
  5. Bem Melhor
  6. MoonRock
  7. Sempre Igual
  8. Tão Certo
  9. Melhor Nem Vir
  10. Lugar Qualquer
  11. Seja Até o Fim
  12. Leve Demais

Mais Moptop

Site: moptop.com.br
MySpace: myspace.com/moptopyeahrock
Last.fm: last.fm/music/Moptop

Jan 16

Novas linguagens de programação e software legado

Posted on Friday, January 16, 2009 in TI

Fabio Cevasco lista possíveis 10 linguagens de programação que poderiam ser aprendidas no ano de 2009. Há quem discorde da prática de aprender uma nova linguagem de programação a cada ano.

Enquanto ainda há gente rodando software em Cobol de 20 anos ou programas escritos em assembly – porque não havia outra linguagem disponível na época – há quem rode “the best and the brightest situational-Web 2.0-agile-social-networking-enabledsemantically-dense-cloud-basedsystems-of-systems-script-based software” (Booch) e, em poucas semanas, considere-o velho porque surgiu a novíssima e a melhor tecnologia dos últimos tempos da última semana (propaganda clichê).

Independentemente do mérito de aprender ou não uma nova linguagem de programação, seja por experimentação ou por demandas e necessidades mais sofisticadas, por exemplo, concorrência, faz-se necessário entender que sistemas escritos em novas linguagens possuem quase nenhuma representatividade no mercado de trabalho. Possivelmente serão Java, 14 anos de estrada, que segundo os apocalípticos já está tornando-se o novo COBOL, C, com quase 40 anos continua sendo importante no cenário na indústria, e C++, 30 anos em 2009, que pagarão suas contas. Estas são, respectivamente, as três primeiras colocadas no índice TIOBE e em muitos outros rankings. O ranking de Janeiro de 2009 esta abaixo:

TIOBE Programming Community Index for January 2009TIOBE Programming Community Index for January 2009

Muitos novos profissionais frustram-se ao depararem-se com a realidade de dar manutenção em sistemas antigos, com linguagens de programação “defasadas”.  Sommerville estima que cerca de 80% do tempo de vida do software seja dedicado à manutenção e evolução. Por isto que linguagens de programação “ultrapassadas” como Visual Basic, Delphi e Perl ainda configuram na lista entre as 10 linguagens mais populares em janeiro de 2009, logo abaixo, entre as top 20, aparecem ABAP e COBOL. Não é nenhuma surpresa elas dividem espaço com linguagens mais novas.

tiobe-trends-jan2009

TIOBE Long term trends

O certo é que software legado é realidade nas empresas, encará-lo é questão de tempo. Ele existe porque tem valor para seus usuários e, principalmente, porque não é trivial substituí-lo. Cedo ou tarde as empresas deparam-se com a pergunta: o que fazer com meu software legado? Para Booch, além da natural manutenção, há outros possíveis fins para software legado:

  1. Abandoná-lo, jogar na lata do lixo;
  2. Abrir o código fonte para a comunidade;
  3. Ignorá-lo, isto é, apenas deixá-lo rodando como está hoje, por exemplo, como os bancos fazem há décadas com muitos de seus sistemas;
  4. Mantê-lo rodando em sua plataforma original, pois software legado não é multi-plataforma, tentando assim encontrar e comprar o hardware antigo onde ele roda quando a disponibilidade da plataforma é o maior desafio;
  5. Reescrevê-lo em novo ambiente, plataforma e linguagem;
  6. Inspirar-se e criar novo software baseado no conhecimento embutido no código;
  7. Encapsulá-lo em serviços, SOA, para ser usado como componentes de um novo software;
  8. Mantê-lo e evoluí-lo no seu ambiente atual;
  9. Preservá-lo, doando-o a um museu.

Importante frisar: a linguagem é apenas uma pequena parte do ecossistema técnico do desenvolvimento de um software. O melhor mesmo é aprender a programar em vários paradigmas e, de preferência, em qualquer linguagem para encarar o duro mercado de trabalho.

Referências:

Jan 15

Mais blogs no Planeta DI/UFPB.

Posted on Thursday, January 15, 2009 in Pessoal, TI

Encontrei mais alguns blogs de pessoas ligadas ao DI/UFPB.

Endereço do feed: http://feeds.feedburner.com/planetadiufpb

Atualização em 30/03/2009